Conscientização

CCJ VOTA PELA INCONSTITUCIONALIDADE DO PL 21/2015

No dia 12 de maio, novamente entrou em votação, na CCJ, o PL 21/2015, da Deputada Regina Fortunati, que propõe proibir a sacralização em cultos afro.

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Derrubado o PL 21/2015 por 11 votos a 1

É derrubado o PL 21/2015 por 11 votos a 1

No dia 28 de abril de 2015, foi votado na Comissão de Constituição e Justiça – CCJ da Assembleia Legislativa do RS, o Projeto de Lei 21/2015, que pretendia proibir a sacralização de animais em cultos afro.

O projeto foi vetado por inconstitucionalidade, com resultado, na votação, de 11 votos a 1, porém, o presidente da CCJ, Grabriel Souza, disse, ao final da votação, que encaminhará o projeto a outro relator. Isso significa que, daqui a alguns meses, corremos o risco de que todo esse processo retorne.

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Resultado da CCJ para a votação do PL 21/2015 do dia 14 de abril de 2015

 

No dia 14 de abril, mais uma vez, nos reunimos Assembléia Legislativa-RS, para assistir a votação da Comissão de Constituição e Justiça em relação ao PL da Deputada Regina Fortunati, que proíbe a sacralização de animais em cultos afro.

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FOTOS DO POVO DE AXÉ EM DEFESA DAS RELIGIÕES DE MATRIZ AFRICANA – 26/03/2015

POVO DE AXÉ EM DEFESA DAS RELIGIÕES DE MATRIZ AFRICANA – 26/03/2015, EM ATO NA PRAÇA DA MATRIZ – PORTO ALEGRE-RS – ATÉ O PAÇO MUNICIPAL:
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Homenagem a Bará – O Sinetaço

No dia 13 de junho, foi feita a homenagem ao Orisá Bará, no Marco do nosso Imaterial do Bará do Mercado, trazendo a questão de todo o desrespeito que ainda existe, não só com a nossa religião, mas sim com a nossa cultura, pois não somos batuqueiros em horário comercial, nós vivemos isso, Orisá está em tudo, no ar que respiramos, na água que bebemos, em como vemos o mundo e na clareza que temos sobre as coisas.

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Novos velhos tempos – Leis que atingem as religiões de Matriz Africana

Peço a consciência de todos os irmãos de religião a respeito da sacralização, pois esta deve ser feita dentro de seus Ilês, em função da Lei 11.915/03 do Código Estadual de Proteção aos Animais, que proíbe a sacralização nas ruas, desde 21 de maio de 2003 e também em função da Lei COMPLEMENTAR Nº. 234/90 – CÓDIGO DE LIMPEZA URBANA, que considera as oferendas entregues aos Orixás como resíduos.

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